Guest Post - Livro A Máquina das Crianças

domingo, 22 de maio de 2016


Olá pessoal, tudo bem? Hoje vou compartilhar com vocês um post escrito pelo meu ex-professor e amigo Émerson Baião sobre o livro A Máquina das Crianças que fala sobre o uso da informática na educação. A escolha desse livro se deve ao fato de estarmos com um projeto bem legal sobre o uso de TIC (tecnologia da informação e comunicação) na educação, temos um site onde postamos conteúdo relacionados. Quem quiser conferir basta acessar o link clicando aqui!
Espero que gostem!

Livro A Máquina das Crianças

Nesta postagem, vamos falar de um livro muito importante no meio educacional, principalmente nestes momentos onde lecionamos para alunos quase “autoditada” em tecnologia e percebemos que quando vamos com eles em um laboratório de informática sempre fica faltando algo.
O livro a máquina das crianças foi escrito por Seymour Papert, muito conhecido por ser considerado o pai da inclusão de tecnologias digitais dentro da sala de aula, por ser o pesquisador que desenvolveu o Logo[1] onde através dele Mitch Resnick desenvolveu o Scratch[2].
Antes de falar do livro, é importante conhecer um pouco do conceito histórico e para isso vamos começar pelo Logo.
O Logo, desenvolvido por Seymour Papert co-fundador do Laboratório de Inteligência Artificial do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT) com Marvin Minsky. Papert trabalhou com a equipe de Bolt, Beranek e Newman, liderada por Wallace Feurzeig, criando assim primeira versão do Logo em 1967. O Logo foi concebido com o objetivo de alcançar todos os públicos desde crianças à adulto com o foco na aprendizagem. Parpet, trabalhou entre a década de 50 e 60 com Jean Piaget considerado até hoje um dos maiores nomes em termo de teorias educacionais. Piaget criou a teoria da aprendizagem no Construtivismo. Isso significa que a aprendizagem é um processo no qual o indivíduo cria conhecimento interagindo com coisas e pessoas no mundo em torno deles. Baseado em seu colega de trabalho Parpet criou Construcionismo que é ao mesmo tempo uma teoria de aprendizagem e de uma estratégia de educação mediados pelo computador.

Resultado - Caderno Senhor dos Anéis + Um Livro

Olá pessoal, tudo bem? Hoje vou postar o resultado do sorteio do caderno do Senhor dos Anéis e um livro e quem ganhou foi:
Adriana Xavier

Resenha - De Repente Acontece (Susane Colasanti)

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Capa De Repente Acontece
Ficha Técnica:
Resenha do livro: De Repente Acontece
Autora: Susane Colasanti
Editora: Novo Conceito
ISBN: 9788581633183
Páginas: 288

Minha Opinião:
Em De Repente Acontece conhecemos Tobey que é um adolescente desleixado que se contenta com o mínimo de nota na escola porque quer viver da música com sua banda. Para ele vencer a batalha das bandas é seu único objetivo. Por conta disso é pressionado pelas pessoas ao seu redor a se empenhar nos estudos para fazer faculdade.
E conhecemos também seu oposto, Sara, uma garota estudiosa que tem como objetivo ir para uma boa faculdade e sonha com um amor verdadeiro, quer encontrar alguém que “balance seu mundo”.
Na busca por esse alguém especial Sara passou as férias esperando uma ligação de Dave, o garoto perfeito que ela acha que pode ser “o cara” e que Tobey odeia por estar em seu caminho.
Já na volta das férias Dave não perde tempo e convida Sara para sair enquanto Tobey não tem nem ideia de como falar com ela, mas não irá desistir e tem um plano para mostrar a ela que eles podem dar certo.
Dave não é o príncipe encantado que parece e Tobey sabe disso, mas não conta a Sara pois quer que ela se dê conta disso sozinha. O caminho a ser trilhado para que eles fiquem juntos vai ser longo, mas Tobey não vai desistir.

Entrevista - Elias Ribeiro

domingo, 1 de maio de 2016

Banner Quando nerds encontram orcs
Oi pessoal, tudo bem? Hoje vim trazer para vocês uma entrevista bem legal com o autor do livro Quando nerds encontram orcs lançado pela editora Buriti. Aproveitando, vou sortear no dia 15/05 um kit com 10 marcadores de páginas, sendo um deles autografado pelo autor, entre as pessoas que comentarem na entrevista e deixarem um email para contato. Espero que gostem!

Elias Ribeiro autor Quando nerds encontram orcs
1 - Fale um pouco sobre você.
Puxa, acho que essa vai ser a pergunta mais difícil de responder (risos). Não me considero uma pessoa muito interessante. Sou um Nerd a moda antiga, fã de ficção científica (especialmente dos Star Trek e Star Wars), rock and roll e de séries, muitas séries.
Em termos de personalidade, sou mais caseiro, geralmente são os amigos que me arrastam para fora da minha toca. Aliais, são eles, e as aventuras com eles, que servem de inspiração para quase tudo que escrevo. De resto sou mais reservado em público, porém brincalhão com as pessoas mais próximas e um romântico incorrigível a moda antiga.

2 - De onde veio a ideia para escrever o livro “Quando nerds encontram Orcs”?
A semente para esse livro surgiu a exatos 10 anos atrás (em 2006). No começo era um esboço que tem pouco haver com o resultado final que foi publicado (encontrei-o estes dias em um backup), existem personagens que foram colocados posteriormente e outros que foram modificados em sua essência. Rabisquei e engavetei, até que veio a faculdade...
No começo eu apenas queria dar vida as partidas de RPG que tinha com meus amigos, porém anos mais tarde, ao cursar a faculdade de psicologia eu me deparei com as teorias junguianas e vi que muitos dos personagens dos jogos mimetizavam as nossas próprias relações. Em resumo, a ideia do livro veio das relações com meus amigos e das minhas paixões. Apesar de ser um livro de fantasia, tudo que tem ali, de alguma forma aconteceu de verdade. Experimente substituir dragões, por medos, heróis por amigos e a aventura pela própria existência. 

Personagens Quando nerds encontram orcs

3 - A aventura do seu livro começa com uma partida de RPG de mesa, você gosta de jogar esse estilo? Costuma jogar outros jogos?
Sim, para as duas perguntas. Amo RPG de mesa, não tem nada melhor para dividir com os melhores amigos. Embora ultimamente não tenha conseguido reunir a turma para jogar, foi na mesa de RPG que vi muitos amigos contarem suas histórias, vi confusões e amores começarem e terminarem.
Atualmente, tenho jogado mais jogos para PC, geralmente em mundos abertos como a série Assassin's Creed, série Batman Arkham e GTA entre outros. Arrisco jogar online as vezes, mas para interagir ainda prefiro os RPGs de mesa.

Uso de QR Code nos livros

sábado, 23 de abril de 2016

QR Code
Olá pessoal, tudo bem?
Vocês já repararam que na capa/verso de alguns livros tem um quadrado que se assemelha a um código de barras? Vocês sabem o que é? para que serve? como funciona? Bom, é sobre isso que eu vou falar hoje.
Esse é um código de barras bidimensional criado em 1994 e que se chama QR Code, sendo que o QR é abreviação de “Quick Response” ou em português resposta rápida e ele tem esse nome porque pode ser interpretado rapidamente pelas pessoas bastando ter um aplicativo que consiga interpreta-lo e uma câmera.
Após o código bidimensional ser lido e decodificado pelo aplicativo do smartphone/tablet ele passa a ser um determinado conteúdo (imagem, texto, link, etc).
Esse recurso está sendo cada vez mais utilizado em ações de marketing, mas não é só para isso que ele serve já que ele pode ser útil em inúmeras situações. Pensando nisso a algum tempo as editoras começaram a usar o QR Code para oferecer aos leitores um conteúdo extra como por exemplo, um resumo, booktrailer, entrevistas, etc.

QR Code no livro A Sabedoria do Condado
QR Code no livro A Sabedoria do Condado
Apesar de não ser uma pratica muito usada ainda, o QR Code permite ainda tornar o livro interativo. Imagine que você está lendo um livro onde o personagem sugere, por exemplo, uma música e tenha um QR Code ali que abre um link onde a música possa ser ouvida criando assim uma trilha sonora para a leitura. Essa é apenas uma das muitas possibilidades que esse código permite para fazer com que o leitor interaja e se sinto fazendo parte da história.

Resultado - Just Livros Mistery Box #1

Olá pessoal, tudo bem? Hoje vou postar o resultado do sorteio da Mistery Box e quem ganhou foi:

Resenha - A Sabedoria do Condado (Noble Smith)

terça-feira, 19 de abril de 2016

Ficha Técnica:
Resenha do livro: A Sabedoria do Condado
Autor: Noble Smith
Editora: Novo Conceito
ISBN: 9788581630618
Páginas: 176

Minha Opinião:
O livro A Sabedoria do Condado posso dizer que é escrito de fã para fã. Sabe aquela história (pode ser livro, filme, série, etc) que você gosta tanto que lê diversas vezes até decorar cada minimo detalhe? Então parece que o autor Noble Smith é assim quando se trata do universo criado por Tolkien, criando em especial um carinho pelas pequenas criaturinhas denominadas de Hobbits.
O livro é bem detalhado e o autor fala com entusiasmo sobre os costumes, gostos e aventuras vividas pelos Hobbits. Para quem já leu as histórias de Tolkien esses relatos trazem recordações e para quem nunca leu dá uma oportunidade de imaginar as coisas deixando um gostinho de quero mais.
Detalhe, não que seja algo negativo ou que diminua a qualidade do livro, mas as vezes o autor se empolga e fala com muitos detalhes sobre cenas de O Hobbit/Senhor dos Anéis e isso pode fazer com quem não conhece muito bem a história se canse e desista da leitura. Sei que é um livro voltado a fãs, mas como eu disse anteriormente qualquer um pode vir a ler e isso deve ser considerado.
Continuando, o autor mescla descrição dos costumes/hábitos dos Hobbits (como se fossem ensinamentos), citações de partes dos livros onde esses costumes podem ser notados, situações do nosso dia a dia onde podemos aplicar esses ensinamentos, situações de sua vida pessoal e diversas curiosidades (Você sabia que o Ian McKellen que interpretou o Gandalf tem um pub em Londres chamado The Grapes? que a distância entre o Condado e a Montanha da Perdição é de 2.500km? Ou que Tolkien foi um grande amigo de C.S. Lewis, criador do clássico As Crônicas de Nárnia? essas são só algumas curiosidades que estão no livro).
Esse é um livro de autoajuda, gênero esse que eu não costumo e nem gosto de ler, mas esse se tornou uma exceção tanto que pretendo reler porque a leitura conseguiu me fazer refletir e ao mesmo tempo me proporcionou uma leitura leve, agradável e divertida.
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