#Novidade - Beijo de Jasmim

quinta-feira, 22 de março de 2012

Sinopse: 
Esta não é uma história de amor convencional. É preciso que prepare o seu coração mundano antes de ouví-la; como é preciso esquecer-se do mundo para apaixonar-se, peço que se esqueça agora de tudo e me dê a mão.
Esta é uma história de amor estranha, doce e acima de tudo, sonhadora. Sonhadora por não saber sua própria verdade, estranha por sua doçura, e doce por sua sinceridade. É delicada como as pétalas de uma flor, mas tão doída quanto o fim de um infarto. É talvez azul, talvez sem cor, talvez nem mesmo saiba, a pobre história, que é medida com tanto esforço, contada com tanto espanto, e entendida com tantos erros. Não se enfeitou, não se ordenou, não fez nem mesmo pose para explicar-se ao público que desconhecia. Foi pega assim de surpresa e aconteceu, como acontece a vida. Sua sorte foi ser triste de nascença e disso talvez ela saiba: seu encanto maior é a lágrima.



 Trechos:
O romance trata do amor proibido de um anjo por uma mortal, sendo narrado ora pelo anjo, ora pela menina. Confunde sonho e realidade em um enredo que nos mantém intrigados do começo ao fim.

“Eu o beijei os lábios duros e congelados e adormeci mais uma vez sobre o peito nu de Eros, em uma noite sonsa e dolorida – só que dessa vez sem choro. Porque chorar é humano e eu ultrapassei o sangue: agora o choro é luxo e no escuro do céu não se pode a lágrima.” cap. XIV, pág. 77

“Não se pode matar um demônio, porque eles já estão mortos. Não se pode matar energia, e demônios são seres energéticos. Eu teria de encontrar algo que destruísse não o seu corpo, mas o seu espírito. Algo que o rendesse a mim, que o fizesse querer o fim de sua existência por conta própria. E eu o tinha – mas doía-me pensar em Jasmim como uma arma. Eu tinha que ter certeza de que ela ficaria bem. Era só o que importava.” cap. X, pág. 44

“Eu o beijei, sonolenta. Se ao menos soubesse que aquele seria o nosso ultimo beijo, talvez não houvesse me entregado ao sono, embora tão  perfeito. Talvez não desprendesse os meus lábios dos  dele tão logo...” cap. XII, pág. 58

 A autora:

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